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Agentes Pacificadores

Atualizado: Jun 26

A questão da violência escolar é uma das principais preocupações da escola.

Segundo Souto (2000) ” A escola real é intrinsecamente dinâmica, está em movimento constante de progressões e regressões próprias, portanto, não há um estado ideal como ponto final de um progresso linear, mas há possibilidades de se construir relações que fluam de forma contínua, flexível e aberta em um sistema de redes”. Assim, um alto grau de dinamicidade permite que as dificuldades sejam detectadas e enfrentadas utilizando-se das próprias potencialidades do sistema de relações que formam a comunidade escolar.


Alternativas isoladas dificilmente serão capazes de fazer frente às diferentes formas de manifestação da violência escolar (Ferreira Goulart, 2000). Um professor bem intencionado acaba investindo uma energia muito grande para obter resultados pontuais sendo que facilmente desiste de novas tentativas pelo sentimento de impotência. Quando em grupo esta energia é potencializada e melhor direcionada. Por isso, é importante que, para cada situação de violência seja constituído um grupo de agentes pacificadores, profissionais dispostos a analisar a conflitiva.


Neste sentido, recomendamos a visualização do vídeo “Professores resolvem conflitos em escola no DF por meio da conversa”, que aborda essa questão de maneira muito interessante:  

Texto adaptado do livro Motivação para Aprender, Motivação para Ensinar, de Vivien Rose Böck

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